"Memórias de um ambiente morto
de uma paixão absurda
assumindo um romantismo exagerado
De um amor passado, ausente e intenso.
Rasgando um disfarçe pálido
daqueles remotos tempos
líricos e falsos.
Prendo-me às novas espectativas
do platonismo incontente,
quebrando o silêncio daquele que longe está e longe fica.
Sem dizer um nada, sem virar o rosto.
Me policio e rezo,
para que um dia o arrependimento não bata,
e minhas lágrimas não caiam
e nem curem, essa dor que teima em satisfazer."