" Me sinto calada, sorrindo e beijando os índices de um novo tempo. Querendo objetivos que talvez não me pertencam mais. Acabou aquele vazio que me atormentava, me restando e ganhando além...novas fronteiras que devo ultrapassar. Não me sinto festiva, mas devo ter tal vaidade? Caí no abismo mas consegui levantar suja e maltrapilha. Me desculpe se não me visto adequadamente, mas...quem me julgas agora?
Sou aquela que ri quando se chora, treme quando se dança...chora quando se tem. Sou aquela que foi esquecida, mas agora...sou aquela que foi adotada.
Tenho a esperteza de não cometer novos erros, mesmo me atentando a repetição. Quero a imperfeição perfeita...a alegria chorosa, a ousadia tímida. Quero oque posso querer. Terei oque vocÊ quiser me dar...e dou, aquilo que posso carregar, o tudo. Mas não me roube meu nada. "
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